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'Não se pode esperar nada de ninguém. Mas de você, espere por tudo.' (Camila Barretto)

Bem vindo aos meus pensamentos.

O que você fará realmente nesta sexta à noite?


 

Não consigo raciocinar com essas idéias pesadas em minha cabeça... Parece uma nuvem negra a sufocar qualquer tentativa de expressão e movimento. Sinto estar sob controle de alguma coisa danosa, de alguma mão que me leva sempre a pensar nas piores coisas possíveis. Hoje te peguei mentindo, ou pelo menos, deduzo que estivesse tentando me ludibriar ingenuamente. Pelo jeito que falava, eu senti certa falta de nexo entre as palavras, argumentos e justificativas. Você não demonstrou firmeza em sua voz, você não me deixou nem um pouco confiante e se perdeu naquilo que você mesmo tentou me convencer. Assim como a paixão (nos seus momentos de pico) nos deixa com o coração à beira da inquietude, a insegurança nos deixa três vezes mais apreensivos. Não sei, mas acho que agora a questão não é falta de confiança, mas sim, intuição de que há algo muito mal explicado na sua história contada. Por mais que eu tivesse tentado saber maiores explicações - evitando assim julgamentos inapropriados e infundados – você fugiu, desviou o olhar, tropeçou nas palavras mais simples que pudessem ser ditas, e quem se machucou foi eu. Desculpe-me se às vezes pareço um detetive, é que tenho medo que cometa um grave crime contra o meu coração.

Só queria saber: O que você fará realmente nesta sexta à noite?







Um comentário:

  1. Ame a verdade, mas perdoe o erro
    A realidade pode ser objetiva na falta da pessoa amada. A explicação pode ser contraditória, pois segue inexoravelmente as convenções sociais. Entretanto prenda-se a força do sentimento, na abstração, em algo imaginário concebido pelo senso comum. Não se desespere! Busque a veracidade dos fatos, entendendo a subjetividade do amor.

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