"Quando você disse nunca mais, não ligue mais, melhor assim. Não era bem o que eu queria ouvir. E me disse decidida saia da minha vida, que aquilo era loucura, era absurdo. E mais uma vez você ligou. Dias depois, me procurou. Com a voz suave quase que formal. E disse que não era bem assim, não necessariamente o fim. De uma coisa tão bonita e casual. De repente as coisas mudam de lugar e quem perdeu pode ganhar. Teu silêncio preso na minha garganta e o medo da verdade. Eu sei que eu, eu queria estar contigo. Mas sei que não, sei que não é permitido.Talvez se nós, se nós tivéssemos fugido. E ouvido a voz desse desconhecido. Essa voz que chega devagar pra perturbar, pra enlouquecer, dizendo pra eu pular de olhos fechados. Essa voz que chega a debochar do meu pavor, mas ao pular. Eu me vejo ganhar asas e voar. De repente as coisas mudam de lugar e quem perdeu pode ganhar. Minha amiga, minha namorada. Quando é que eu posso te encontrar? . Eu sei que eu, eu queria estar contigo. Mas sei que não, sei que não é permitido. Talvez se nós, se nós tivéssemos fugido. E ouvido a voz desse desconhecido. [Dois]"
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'Não se pode esperar nada de ninguém. Mas de você, espere por tudo.' (Camila Barretto)
Bem vindo aos meus pensamentos.
Crônicas de Abril – Parte VI - [dois]
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